2 de ago de 2011

Evite a Creatina Ethyl Ester Saiba Mais



Há não muito tempo atrás, publicamos um artigo chamado A zona cinzenta da creatina” onde demos uma vista de olhas às vários formas “high tech” de creatina (ver lista no artigo), com um foco específico sobre a Creatina Ethyl Ester (CEE) com um estudo que tinha acabado de ser publicado e que colocava a CEE numa luz menos positiva.

O estudo verificou que a CEE é inferior ao monohidrato de creatina (MC) e, assim, a CEE foi despejada na zona cinzenta, juntamente com um monte de outros tipos de creatina. Sem grande choque para mim, pesquisas adicionais parecem confirmar que CEE é uma má escolha como substituto para o o monohidrato de creatina (MC), e agora temos este último estudo, que verificou que a CEE converte-se em creatinina (que não tem efeitos ergogénicos), e que = as pessoas que estão a usar CEE estão a deitar fora o €€€ que tanto lhes custou a ganhar, e vejo isso com bastante preocupação.

Os investigadores do estudo concluíram que:

”A creatina etil éster é um pró-nutriente para creatinina, em vez de creatina em todas as condições fisiológicas encontradas durante o trânsito através de vários tecidos, portanto, não é de se esperar nenhum efeito ergogénico com a sua suplementação.”

Por outras palavras, como já tenho vindo a dizer desde há muito tempo, pare de desperdiçar o seu dinheiro…

Abaixo está o resumo para aqueles interessados ??em tais coisas. O meu conselho neste momento é que as pessoas devem evitar este suplemento, na melhor das hipóteses, é um desperdício de dinheiro, e na pior das hipóteses, irá elevar os níveis de creatinina, o que pode ser contra-indicado para algumas populações.

Ciclização não enzimática da creatina etil ester em creatinina

A creatina etil éster foi incubada a 37 ° C na água e soro fisiológico tamponado e foram utilizadas as ressonâncias de diagnóstico de metileno no espectro de RMN 1H para identificar os produtos resultantes. Verificou-se que condições aquosas moderadas resultaram na ciclização de creatina etil éster para providenciar creatinina inactiva como produto exclusivo, e essa transformação torna-se quase instantânea, à medida que o pH se aproxima dos 7,4.

Este estudo demonstra que condições leves não-enzimáticas, são suficientes para a ciclização de ésteres etílicos de creatina em creatinina e, juntamente com os resultados anteriores obtidos em condições enzimáticas, isto sugere que não existem condições fisiológicas que resultem na produção de creatina.

Conclui-se que a em todas as condições fisiológicas encontradas durante o trânsito através de vários tecidos, a creatina etil éster é um pró-nutriente para a creatinina, em vez de creatina portanto, não é de esperar nenhum efeito ergogénico derivado da sua suplementação.

Referência / Fonte

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